domingo, 29 de setembro de 2019

Saber pedir desculpas!

Certo dia, estava assistindo a um episódio do seriado coreano One Spring Night, e os personagens presenciaram uma cena, onde o pai brigou com o filho por ele ter sido desobediente. Na cena seguinte, uma senhora falou para o pai, que ele deveria voltar e pedir desculpas, pois a criança não tinha feito por mal e aquilo poderia gerar traumas no futuro. O pai falou que a criança já deveria ter esquecido a briga e que era desnecessário pedir desculpas naquele momento. No entanto, o pai refletiu sobre o que a senhora tinha lhe dito e chegou para criança pedindo desculpas. Realmente, a criança nem lembrava mais o motivo pelo qual o pai pedia desculpas, mas depois que o pai explicou, a criança ficou bem feliz pelas desculpas e disse que seria mais cuidadoso da próxima vez.

Depois deste dia, comecei a observar as atitudes de meu filho mais novo, que tem 3 anos, e como eu reagia a elas (automaticamente). Percebi que muitas vezes eu estava perdendo a paciência, mesmo quando ele, por conta da idade, não tinha como saber se comportar em todas as situações que eu desejava. Dias depois, passei a perguntar para ele o motivo pelo qual tinha agido daquela forma e ele sempre me respondia. Em todas as vezes, ele tinha um motivo especial para não ir passear, por não querer tomar banho, por ter batido no irmão, por chorar desesperadamente no carro, por ter gritado com um amigo, entre outras situações comuns do nosso cotidiano. Desta forma, comecei a entender melhor o comportamento dele e algumas vezes tive que pedir desculpas pelo meu estresse momentâneo, causado pela minha falta de paciência com ele. Ao pedir desculpas, eu ganhei um lindo sorriso, um abraço e, algumas vezes, até mesmo um beijo. Entendi que aquela minha atitude estava deixando ele muito mais leve e com o sentimento de que tinha sido compreendido, todo o estresse dele ia embora, como um passe de mágica.

Uma reflexão que faço hoje, é que criamos hábitos para tudo o que se repete em nossas vidas. Fazemos muitas coisas, no automático, sem pensar bem por que fazemos o que fazemos. Algumas destes hábitos podem ter sido criados por imitação, seja de atitudes de nossos pais ou atitudes de personagens que assistimos em novelas ou filmes. Acho que o ideal seria termos mais consciência de certos hábitos, que não nos fazem bem e podem gerar transtornos aos outros. Com simples atos no dia a dia, podemos ter mais paz internamente e viver em um ambiente muito mais tranquilo.


domingo, 6 de janeiro de 2019

O que representa um filho?

Estava conversando com alguns amigos neste último fim de semana e tentei explicar o que um filho representa para mim.

Com o filho, pude entender um pouco como meu conhecimento foi formado, como os rótulos foram criados e enraizados na minha mente, como eu não entendia nada, como eu pensava que entendia as coisas do mundo, mas não. E perceber que mesmo hoje, adulta, eu não tenho como entender profundamente nada, pois estou em constante aprendizado, assim como quando eu era uma criança.

Filho dá sentido à minha vida, cria novos horizontes e metas. Meu tempo é otimizado para que eu consiga dar conta a tantas atividades e responsabilidades que são criadas diariamente.

Ter filho é renunciar de muitas das coisas que eu gostava de fazer e também do sono. Mas, ao mesmo tempo, pude descobrir novos hobbies e habilidades que eu nem sabia que teria.

Ter filhos me proporcionou ter novos amigos, os pais e mães dos amigos dos meus filhos. Pois, achei que só formaria amigos até o período da escola ou universidade, mas não, hoje em dia ainda estou fazendo amigos e amadurecendo cada vez mais, com novas experiências.

Filho, para mim, é a esperança de viver eternamente. Não sei se terei netos, bisnetos ou tataranetos, mas se isto acontecer, parte dos meus ensinamentos serão passados para as próximas gerações. Isto significa que, hoje, posso formar cidadãos de bem, que com esperança, eles se multiplicarão e serão parte da população da terra no futuro.



Existe o "certo" para cada família?



Observando outras famílias de amigos dos meus filhos, percebi que não existe o certo, existe o que é mais adequado para cada família.

Por exemplo, alguns dizem, o certo é amamentar a criança por 6 meses exclusivamente e o que a mãe que quer seguir esta recomendação deve fazer quando ela não produz leite suficiente para alimentar o filho? Ela vai ter que complementar a alimentação do filho com fórmulas recomendadas pelo pediatra. Isso significa que a família tem que se adequar àquela realidade e fazer o que é melhor para eles.

É importante as pessoas analisarem melhor cada caso, antes de saírem julgando ou ditando o que deve ser feito. Pois, nem sempre o que é bom para uma família será bom para outra.

Esta reflexão se aplica para nós próprios também, já que da mesma forma que para os outros, nem sempre é bom algo que foi bom para gente, o contrário também é verdade. Então, vamos ter mais cuidado antes de tentar seguir a recomendação ou senso comum a risca, pois nem sempre será o melhor para gente.

Liberte-se de paradigmas prontos e receitas de bolo e viva sua vida da melhor forma possível para você e não para os outros.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Dica: Tudo Orna para mamães empreendedoras!

Por acaso descobri um blog de três irmãs empreendedoras, que me inspiraram muito, se chama Tudo Orna. Assisti um Workshop de 3 aulas e foi excelente! O que mais me surpreendeu foi perceber que elas falavam de coisas concretas, ou seja, dicas reais que podem ser colocadas em prática!

Não me satisfiz apenas com o Workshop, então fui atrás de toda a produção que elas tinham feito: vlog, blog, instagram, etc. Encontrei o canal no youtube "tudo orna" e quero passar esta dica para vocês mamães empreendedoras, que trabalham em casa e querem colocar seu negócio para frente. Sigam as dicas do Tudo Orna, que acho que vai mudar muito a sua forma de divulgar seu trabalho.

Segue alguns vídeos que achei super relevantes:
 
1. Sobre Empreender | Irmãs Alcantara:

2. Empreendedorismo, dificuldades, como divulgar seu negócio:
3. Como posicionar sua marca nas redes sociais:






Como recuperar o cabelo com Óleo de Coco!

Durante a licença maternidade, fiquei sem condições de fazer tratamentos em um salão de beleza, seja para fazer as unhas, sobrancelhas ou hidratação no cabelo. Quando voltei a trabalhar, consegui tempo para voltar a me cuidar. Gastei muito com vários tratamentos para dar vida aos meus cabelos, que estavam bem ressecados.

Hoje, conheci uma forma de realizar um tratamento em casa, que tem resultados equivalentes a tratamentos que fazia no salão e muito mais barato. Fiquei impressionada após testar a dica de Lorrayne Mavromatis em seu vlog, sobre o uso do óleo de coco para tratar cabelos ressecados.

Se vocês não encontrarem óleo de coco na sua cidade, Lorrayne ensinou a fazer o óleo de coco em casa. Eu fiz e deu muito certo, veja a receita de como fazer o óleo de coco em meu outro blog.



Vídeo: Como recuperaro cabelo ressecado com Óleo de Coco!

Dica:
  1. Fiz um teste de usar o óleo de coco na minha pele flácida da barriga pós-parto e deu muito certo, várias linhas sumiram. Usei durante 15 noites antes de dormir e vi os resultados.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Brinquedos que podem ser feitos em casa

Já aconteceu de meu filho mais velho pedir um brinquedo, que viu em uma propaganda da TV e eu pensar que era muito caro (R$ 209,00) e no final aquele brinquedo seria esquecido, como tantos outros que estavam em seu quarto.
Brinquedo da Zuma

Certa vez, fiz uma proposta para ele de criar o mesmo brinquedo usando a Massinha de Modelar. Com isso, a gente foi a uma loja de material escolar, compramos a Massinha por R$ 3,00 e levamos para casa. No caminho, meu filho ficou bem feliz por ter comprado a Massinha e estava bem ansioso para construir comigo o brinquedo novo. Então, fizemos juntos e ele ficou super feliz. Como era esperado, brincou alguns dias e depois nem sabia mais onde estava o brinquedo. Além disso, o brinquedo não ficou mais sendo um objeto de desejo para ele. Veja o resultado:

Brinquedo da Zuma de Massinha


Como ensinar o respeito pelo próximo?

A diversidade das coisas faz com que a gente consiga discriminar uma coisa da outra. Assim, adquirimos as nossas preferências e começamos a entender o que é certo ou errado, o que é bom ou ruim, o que é bonito ou feio, o que é fácil ou difícil, o que é doce ou salgado etc.

Quando a diversidade está presente nas pessoas que estão próximas da gente, sempre conseguimos destingir as diferenças entre elas. Assim, começamos a ter preconceitos, os quais são identificados a partir de um comportamento. Neste momento, os pais precisam ensinar as crianças a terem respeito pelo próximo. Independente das diferenças que cada um possua, não devemos nos sentir superior ou inferior a outra pessoa.

Explicar para uma criança sobre um trabalho de uma pessoa, sobre as limitações, sobre as necessidades, é muito importante para ela compreender o papel de cada um na sociedade e então respeitá-los.

Por exemplo, se uma criança pergunta porque alguém está limpando a casa, a gente explica que aquele é o trabalho daquela pessoa, que existem muitos tipos de trabalho e todos são necessários para as pessoas conseguirem dinheiro e então sobreviver.

Outro exemplo, quando um pedinte aparece pedindo esmola e às vezes não tem as mãos, é importante mostrar para a criança, que aquela pessoa pode não ter conseguido um trabalho, pois tem uma deficiência.